NOVO ENDEREÇO!!!!

29/09/2010 § Deixe um comentário

Quantasneira! em novo endereço: http://quantasneira.blogspot.com/

Vou ainda levar os posts daqui pra lá, mas estou com preguiça por enquanto. Vejam se o layout melhorou ou piorou (ouvi todo tipo de opiniao)! Mas a leitura fica mais facil no novo, então mudei o endereço mesmo!

http://quantasneira.blogspot.com/
http://quantasneira.blogspot.com/
http://quantasneira.blogspot.com/

Falou!

Anúncios

Desafio da semana #3

27/09/2010 § 2 comentários

Com um pouco de atraso, aqui vai a resposta do desafio da semana passada:

#2 Ligue os pontos da figura a seguir usando apenas 4 retas sem tirar o lápis do papel (passar por cima de uma mesma reta conta como outra reta).

A resposta era simples:

Parabéns aos quatro que acertaram: Evandro, Gabriel, André e sea lon.

Vamos ao desafio da semana:

#3 Um guadião, que foi incumbido de guardar um tesouro até que alguém resolva o enigma, tem um recipente quadrado dividido em quatro partes iguais. Em cada uma delas, há uma moeda, que pode estar com qualquer uma das faces para cima. Quando todas as moedas estão com a mesma face voltada para cima (cara ou coroa), a porta abre. Entretanto, você só pode abrir duas das partes de cada vez, podendo colocar as moedas respectivas com a face desejada para cima. Após isso, a caixa é girada de modo que não se sabe as partes que foram abertas anteriormente.

Com isso, crie um algoritmo que garanta que a porta abrirá, com qualquer número finito de passos.

Boa sorte a todos!

O Tubo de Ruben

27/09/2010 § Deixe um comentário

As Dualidades cientifico-religiosa e onda-partícula

27/09/2010 § Deixe um comentário

Atualmente, muito se questiona sobre a compatibilidade dos pensamentos religiosos com os científicos. Os últimos são baseados no método científico, que valoriza a experimentação e o pensamento racional, e os primeiros, em crenças e verdades dogmáticas (que são simplesmente aceitas sem prova evidente), que variam de pessoa a pessoa. Muitos são os que tentam conciliar as duas visões do mundo, criando explicações ditas científicas para o divino; entretanto, tiveram tanto sucesso quanto o Luan Santana num festival de Heavy Metal. A crença no sobrenatural, como na existência de um Deus onipotente e onisciente ao qual devemos obediência, não apresenta evidências relevantes, portanto, não é aceita pela Ciência: Deus é proibido em laboratórios!

Então, como não se pode juntar o divino com o científico, deve-se abandonar completamente um ou outro? Essa é uma questão delicada. A princípio, parecem duas visões antagônicas que juntas, como a existência de um negro nazista, não fazem sentido.

Coincidentemente, esse problema se confunde com a atual definição do que é matéria e do que é onda. Historicamente, se dissociava completamente esses conceitos: matéria como a entidade que possui massa e está sujeita à inércia e onda como uma perturbação oscilante que transporta energia sem que qualquer partícula seja deslocada. Usando a intuição, é relativamente fácil identificar cada uma: uma bola, um carro, a água, o ar, tudo isso é matéria, facilmente distinguíveis das ondas do mar, sonoras ou em uma corda.

Entretanto, essa facilidade intuitiva de classificar em onda ou matéria não é aplicada à luz. Tanto que, historicamente, foi objeto de muitas divergências entre os mais famosos cientistas. Durante o fim do século XVII, Isaac Newton defendia bravamente a teoria corpuscular contrariando a ondulatória de Christiaan Huygens (Chupa Huygens!). Porém, mais de cem anos depois, surge o experimento de Young, que demonstrou que a luz tem características de onda, interferência e difração (Chupa Newton!). Depois de mais cem anos, Albert Einstein surge e descobre o efeito fotoelétrico, a emissão de elétrons por uma placa de metal quando iluminada com luz ultravioleta, dando novamente características de matéria à luz (Chupa Young!)… Porra, mas essa luz não se decide (ui), hein?

Depois de muito se pensar, ficou claro que a luz não apresentava caráter ondulatório nem corpuscular, mas sim ambos ao mesmo tempo! A luz é onda e matéria (Chupem todos!). Ora as características ondulatórias ora as corpusculares são mais evidentes, o que não significa que a luz cada hora é uma das duas entidades, mas sim uma nova entidade, que engloba todas as características.

Pouco tempo depois, Louis de Broglie pensou que, assim como a luz, a matéria também apresentasse características de onda (fato que foi verificado experimentalmente). Assim, não existiria mais matéria ou onda como distintas, fundando-se a dualidade onda-partícula. Matéria é onda, onda é matéria e ambas são parte de uma entidade mais geral (mais ou menos como Dilma é Lula, Lula é Dilma e ambos fazem parte de uma organização maior.).

O vídeo a seguir explica muito bem tudo isso, vale a pena assistir:

É de maneira parecida que existem as pessoas duais quanto às entidades Ciência e Religião, que conseguem tê-las juntas em sua vida, ora dando mais importância ao método científico (e, na prática, deixando de lado o resto), ora a sua crença. Isso não significa que são pessoas contraditórias, somente não acham que o pensamento racional deve ser aplicado à tudo. O mais intrigante é que eles podem até ser bons cientistas ou importantes líderes religiosos.

Mesmo o pensamento racional, suportado por evidências, sendo tão belo e eficaz no mundo, deve-se saber que, mesmo que escolher um dos dois lados da moeda pareça mais lógico, é extremamente possível haver essa dualidade cientifico-religiosa, mesmo que tão pouco intuitiva.

A Fonte de Mercúrio

25/09/2010 § 1 Comentário

Não, não é água, é mercúrio mesmo!

A Cor das partículas

25/09/2010 § 3 comentários

Cor é uma definição um tanto quanto confusa e mal-compreendida pelas pessoas. Para entender o real conceito, deve-se saber uma coisa básica: tudo o que vemos depende da luz que chega ao nosso olho. Ou seja, olhar um objeto é receber a luz que refletiu nele e chegou ao seu olho. Assim, as características do que estamos observando dependem das da luz que foi recebida.

Acontece que luz, onda eletromagnética, ocorre em diversos comprimentos de onda, formando o espectro eletromagnético:

O interessante é que tudo que está listado na figura é luz. Parece estranho, mas ondas de rádio e raios-X são onda eletromagnética, assim como o que chamamos de luz visível. A única diferença é o comprimento de onda! Mas os três são basicamente a mesma entidade.

O que faz, então, vermos azul ou vermelho? Acontece que os materiais absorvem e refletem comprimentos de onda característicos. Por exemplo, o ouro reflete bastante luz na faixa de comprimento de onda do amarelo e absorve outras cores, por isso o vemos amarelo. Uma folha de papel reflete bem todos os comprimentos de onda da luz visível e a vemos branca (branco é a mistura de todas as cores). Entretanto, se a luz de iluminação for vermelha (só emite luz nesse comprimento de onda), o papel ficará vermelho, porque é a única luz que foi refletida.

Legal, né? Mas e uma partícula (elétron, próton, etc), teria cor? A resposta é não! Uma partícula livre ao receber luz (fótons), no chamado Efeito Compton, não “reflete” de uma maneira característica (depende da luz inicial e da maneira que foi o encontro ou colisão do fóton com a partícula). Mas nós físicos quebramos essa regra! Quando desenhamos tais partículas, cada um de nós cria um esquema de cores. E mais, isso é fruto de muitas brigas incessantes, a fim de decidir qual modelo é o melhor.

Para mim, é o seguinte:

As cores das partículas são alvo da discussão inútil mais freqüente dos últimos tempos… Nos ajude a resolver esse problema e também proponha seu esquema de cores!

Evolução das relações amorosas no Curso de Física

24/09/2010 § 2 comentários